Longe, no sul
os meninos sonham
os meninos choram
os meninos esperam
mãos naturais
que lhes afaguem o rosto
que lhes penteiem os cabelos
façam ninar.
Os meninos sonham.
Sonhem, meninos!...
Que pelo vento os sonhos
tornam-se mãos de tocar
tornam-se gestos pequenos
tornam-se restos de pais
que estarão velando
pela noite escura
os seus olhinhos de mar.
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TõeRoberto-recife/pe-maio1985-post in jampa/pb
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