Naquela manhã, sem mais nem menos, Maurinha juntou a roupa e... fui!!!
Ledo Álvaro não acreditou.
Ficou ali, boquiaberto, com a xícara de café na mão... sem palavras.
Ouviu a porrada da porta se fechando, colocou a xícara de café na pia, subiu até o quarto, abriu a gaveta, pegou o 38, abriu, verificou se estava carregado - estava - fechou, voltou pra cozinha, terminou de tomar o café - frio -, abriu a porta e desceu a rua com o 38 na mão.
200 m abaixo avistou Maurinha no ponto de ônibus.
Aproximou-se...
Maurinha virou-se, ficou branca; morena que era, e resmungou:
Ledo Álvaro!
O 1º tiro foi na cara, o 2º no peito esquerdo, o 3º no peito direito, o 4º na barriga, o 5º no meio das pernas...
Maurinha no chão, guardou a arma na cintura, subiu a rua, entrou em casa, colocou o 38 em cima da mesa, tomou mais um café, ligou a tv - no Pica-Pau - sentou-se no sofá, ouviu a sirene da polícia e começou a rir com as peripécias do passarinho, como fazia todas as manhãs.
Na mesinha de centro, Maurinha, agarrada ao seu pescoço, sorria num daqueles momentos de extrema felicidade.
E Ledo Álvaro nem aí...
Pra bosta nenhuma!
TõeRoberto
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Soluções&cervejas
Eu sempre desconfiei que criatividade é tudo!
Não existe um programa na tv que se chama "Pequenas Empresas, Grandes Negócios"?
Onde, quase sempre, a criatividade é a alma do negócio?
A solução às vezes está na cara e a gente não enxerga.
.
Mas não foi o que aconteceu com um homem da cidade de Fulda, na Alemanha.
O cara matou a cobra e mostrou o pau.
O sujeito de 39 anos, um verdadeiro amante da cerveja, solucionou com criatividade o alto custo do seu consumo diário da loirinha.
Passou a alugar a esposa de 32 anos, ao vizinho de 60, em troca de um engradado diário de garrafas de cerveja.
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Não se sabe se a esposa gostava.
Não se sabe se a esposa gostava.
Mas a polícia, desmancha prazeres, não gostou.
E o beberrão e o vizinho comedor de vizinha foram em cana.
Eu também saquei um grande negócio.
Eu quero ser alugado para a minha vizinha.
Nem que for de graça!
Eu quero ser prisioneiro 'daquela coisa!
E não quero ser salvo de jeito nenhum!
Manda a polícia à merda!
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Quero me tornar um homem-objeto!
Sem direito a final de semana!
Nem aposentadoria!
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